O crescimento do show de O Kannalha pode ser medido pela quantidade de gente que agora viaja com ele. Nos bastidores do Rock the Mountain, o cantor contou à Billboard Brasil que a apresentação passou a reunir oito bailarinos, seis percussionistas, banda e profissionais de produção e segurança.
O artista se apresentou no sábado, 31 de outubro, em Petrópolis. Na conversa, retomada em reportagem nesta semana, ele comparou a estrutura atual às primeiras viagens para tocar em festivais fora da Bahia, quando precisava levar uma equipe reduzida.
Ao falar de quem o acompanha, o cantor usou a ideia de família. O aumento da equipe aparece em seu relato como parte da conquista de mais espaço para o próprio trabalho e para as pessoas que ajudam a colocar o show na estrada.

Percussão e circulação
A formação ampliada tem relação com a música que ele quer apresentar. O Kannalha destacou a presença dos tambores, a ligação da sonoridade baiana com referências africanas e o papel da percussão em seu show.
O cantor também comentou a responsabilidade de representar o pagodão em lugares onde o gênero ainda encontra resistência. Para ele, alcançar outros públicos depende de trabalho continuado e deve abrir oportunidades para novos artistas.
Durante a entrevista, reconheceu a contribuição de quem veio antes e falou em manter os pés no chão. O relato dos bastidores mostra a expansão do espetáculo a partir de escolhas concretas de palco: mais músicos, dança e uma equipe capaz de acompanhar a circulação do artista.




